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Fitoenergética: Superando a Ferida da Rejeição

Foto do escritor: Vera Lúcia Belisário BaroniVera Lúcia Belisário Baroni
O poder energético das plantas

A fitoenergética, ciência que explora a energia sutil das plantas para promover equilíbrio físico, emocional e espiritual, tem se revelado uma poderosa aliada no campo terapêutico. Diferente da fitoterapia, que foca nas propriedades químicas das plantas, a fitoenergética trabalha com a vibração energética que elas emitem, influenciando diretamente nossos estados emocionais e mentais. Entre os muitos benefícios que essa prática oferece, destaca-se seu potencial para auxiliar na superação de feridas emocionais profundas, como a rejeição — um dos cinco padrões emocionais fundamentais descritos pela psicóloga Lise Bourbeau.


A ferida da rejeição, muitas vezes enraizada em experiências de abandono ou desvalorização na infância, pode se manifestar na vida adulta como baixa autoestima, medo de se expor ou dificuldade em estabelecer vínculos afetivos. Esse peso emocional cria bloqueios energéticos que afetam o bem-estar integral da pessoa. É nesse ponto que a fitoenergética entra como um recurso gentil e transformador, ajudando a dissolver essas barreiras e restaurar a harmonia interior.


A Ação das Plantas no Equilíbrio Emocional

Na fitoenergética, cada planta carrega uma assinatura energética única, capaz de ressoar com aspectos específicos da psique humana. Para o trabalho com a ferida da rejeição, três plantas se destacam por suas propriedades sutis: o alecrim, a lavanda e a rosa branca. Vamos explorar como elas atuam:


Alecrim: A Força da Autoconfiança

O alecrim é conhecido por sua energia revitalizante e estimulante. No campo sutil, ele trabalha para fortalecer a autoestima e a coragem, qualidades frequentemente abaladas em quem carrega a ferida da rejeição. Sua vibração ajuda a dissipar o medo do julgamento alheio, trazendo clareza mental e um senso renovado de identidade. Usar a energia do alecrim — seja por meio de banhos, meditação com a planta ou até mesmo sua presença no ambiente — pode ser um passo poderoso para quem busca se reconectar com seu valor interno.


Lavanda: Acalmando a Dor da Alma

A lavanda, com sua energia suave e acolhedora, é uma das plantas mais eficazes para acalmar o sistema nervoso e promover paz interior. Para aqueles que sofrem com a rejeição, ela atua como um bálsamo energético, ajudando a aliviar a ansiedade e o sentimento de inadequação que muitas vezes acompanham essa ferida. Sua vibração sutil favorece o perdão — tanto de si mesmo quanto dos outros —, abrindo espaço para a aceitação e o amor-próprio. Inalar o aroma da lavanda ou utilizá-la em rituais terapêuticos pode ser uma forma de acolher as emoções reprimidas e transformá-las em serenidade.


Rosa Branca: O Amor que Cura

A rosa branca carrega a frequência do amor incondicional e da pureza. No contexto da fitoenergética, ela é uma aliada essencial para curar as camadas mais profundas da ferida da rejeição, pois sua energia ressoa com o chakra cardíaco, o centro das emoções. Ela ensina a acolher a vulnerabilidade e a enxergar a rejeição como uma experiência transitória, não como uma definição de quem somos. Meditar com pétalas de rosa branca ou visualizar sua luz pode ajudar a reconstruir a conexão com o amor-próprio e a dissolver os bloqueios que impedem a entrega aos relacionamentos.


Integrando a Fitoenergética ao Processo Terapêutico

A superação da ferida da rejeição é um processo que exige autoconhecimento e paciência, e a fitoenergética pode ser integrada a outras abordagens terapêuticas, como a psicoterapia ou a meditação. Um exemplo prático seria criar um ritual simples: preparar um chá energético com alecrim para ativar a força interior, seguido por um banho com lavanda para relaxar e, ao final, segurar uma rosa branca durante uma visualização guiada de cura. Esses passos, feitos com intenção, potencializam a ação das plantas e ajudam a alinhar corpo, mente e espírito.


Além disso, a fitoenergética nos convida a um olhar mais profundo sobre nossa relação com a natureza. Ao nos conectarmos com a energia das plantas, reconhecemos que somos parte de um todo maior, o que por si só já é um antídoto contra o isolamento que a rejeição pode trazer.


Conclusão

A fitoenergética oferece um caminho natural e acessível para quem deseja trabalhar suas feridas emocionais, como a rejeição. Plantas como alecrim, lavanda e rosa branca não apenas nos presenteiam com suas vibrações curativas, mas também nos lembram da resiliência que já carregamos dentro de nós. Ao associar essa prática ao processo psicoterapêutico, facilitamos a jornada para uma transformação profunda, reconquistando o equilíbrio e a plenitude que merecemos.

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Vera Lúcia B Baroni   Transformando vidas 

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