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A Ferida da Rejeição

  • Foto do escritor: Vera Lúcia Belisário Baroni
    Vera Lúcia Belisário Baroni
  • 20 de jun. de 2020
  • 1 min de leitura

Atualizado: 30 de jul. de 2024

Essa ferida surge nos primeiros anos de vida e é uma ferida muito profunda, pois aquele que sofre por causa dela se sente rejeitado em sua própria essência e, principalmente, em seu direito de existir.

Identificando a ferida da rejeição
A Ferida da Rejeição

Ela se origina das experiências de não aceitação por parte dos progenitores, a medida em que a criança vai crescendo. Ao sentir que é rejeitada, cresce dentro da criança a semente do autodesprezo, da não aceitação de si e da crença de não ser digna de amar e de ser amada, levando-a a se exilar em si mesma.


Em família ou em qualquer outro grupo, ela se apaga, fala pouco, sente-se desconfortável quando recebe muita atenção dos outros, pois se acha desinteressante e, assim, busca a solidão. Quanto mais rejeita a si própria, mais medo tem de ser rejeitada pelos outros.


Na vida adulta, interpretará tudo o que lhe acontecer através do filtro de sua ferida da rejeição e a menor crítica gerará muito sofrimento.


Como defesa, a pessoa desenvolve uma atitude escapista, ou seja, de evasão, fuga, tendendo a se refugiar em seu mundo interior ou devanear. O comportamento escapista é, em verdade, a máscara inconsciente que a pessoa usa para ocultar a ferida.


Quando sente que poderá ser rejeitada ela veste a máscara do escapismo, desistindo de buscar ou de fazer o que deseja, fugindo das situações, acreditando que não é suficientemente capaz ou importante para alcançar o que deseja.


E você, reconhece algumas dessas características em si mesmo?

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