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Gatilhos comportamentais: como desarmá-los?

  • Foto do escritor: Vera Lúcia Baroni
    Vera Lúcia Baroni
  • 17 de set. de 2019
  • 2 min de leitura

Circula, pela internet, uma frase falsamente atribuída à Einstein, que afirma: “é insanidade continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes”.

A frase, como já sabemos, não é de Einstein. Mas, à exceção da autoria, ouso afirmar que, no mais, ela é muito verdadeira!

Infelizmente, é comum encontrar muitas pessoas que vivem frustradas com os resultados que alcançam em várias áreas de suas vidas (afetiva, social, profissional, saúde etc), e que esperam por resultados diferentes sem, contudo, se disporem a mudar sua maneira de pensar e de atuar no mundo.

E por que é tão difícil mudar nosso comportamento? Quem já tentou parar de fumar, fazer uma dieta, começar uma rotina de exercícios ou, simplesmente, mudar uma forma de comportamento habitual, sabe do que estou falando.

A dificuldade ocorre, porque nossos pensamentos e comportamentos, em sua maioria, já se tornaram automáticos, ou seja, já se constituíram em hábitos.

E como fazer para “quebrar” aqueles hábitos, que já não nos servem mais?

Primeiro, precisamos entender que um hábito é constituído de três elementos:

  • Gatilho

  • Rotina

  • Recompensa

A seguir, precisamos identificar o gatilho, pois é ele que dispara o comportamento indesejado.

É isso mesmo! Se identificarmos os gatilhos que disparam nossos comportamentos automáticos, poderemos “desarmá-los” e, assim, impedir a repetição desses comportamentos.

Por exemplo, para muitos fumantes, o gatilho para a vontade de fumar pode estar naquele cafezinho inocente. Então, se evitar o cafezinho, a vontade de fumar após a ingestão do mesmo, não acontecerá!

O gatilho para a procrastinação, por exemplo, pode estar em pegar o celular, sempre que temos uma tarefa mais chata ou muito desafiadora para executar. Ao pegar o celular, nos distraímos com seus aplicativos e acabamos deixando aquela tarefa para ser realizada depois, invariavelmente, quando o tempo já estiver se esgotando e não pudermos mais protelar.

Só que esse tipo de comportamento aumenta nosso nível de estresse, comprometendo nosso equilíbrio emocional e, também, a qualidade final do trabalho a ser realizado, porque será feito na correria da última hora. Isso, quando não acabamos perdendo de vez a oportunidade daquela realização, porque simplesmente não deu mais tempo!

Nesse caso, se queremos acabar com a procrastinação, precisamos eliminar o gatilho “pegar o celular” e criar outro gatilho, que ao contrário do primeiro, nos ajude a começar logo a tarefa a que nos propomos. Depois de finalizada, aí sim podemos pegar o celular para nos distrair. Mas, só depois da tarefa finalizada..

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E, você, já sabe quais são os gatilhos que disparam comportamentos ou pensamentos que você não quer mais na sua vida?

Metamorfose

Vera Lúcia B Baroni   Transformando vidas 

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